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Acordo previdenciário entre Brasil e Estados Unidos

Em vigor desde 2018, o acordo soma o tempo dos dois países para alguns benefícios. As regras por tempo de contribuição ficaram de fora.

Revisado em 21 de setembro de 2026

Em vigor desde 2018

O acordo de previdência entre Brasil e Estados Unidos foi promulgado pelo Decreto 9.422 e vale desde 1º de outubro de 2018. Ele tem dois efeitos: evita a dupla contribuição para quem é enviado temporariamente de um país ao outro e permite somar os períodos de contribuição para benefícios.

Quais benefícios

A aposentadoria por tempo de contribuição — e as regras de transição que a substituíram — não está entre os benefícios do acordo. O tempo americano não serve para completar os 30 ou 35 anos dessas regras.

Como o tempo é convertido

Os Estados Unidos contam o tempo em trimestres de cobertura (os chamados créditos). O acordo faz a conversão: cada trimestre de cobertura americano vale três meses para o INSS, e cada três meses no Brasil valem um trimestre para os Estados Unidos.

É preciso ter um mínimo de cobertura em cada país para que a totalização seja aplicada.

Quem se beneficia

Trabalho sem autorização, sem contribuição ao sistema americano, não gera tempo a ser somado.

Como pedir

Tenha em mãos o número do Social Security, o histórico de contribuições americano e o extrato do CNIS.

Faça a conta antes

Como o acordo não cobre as regras por tempo de contribuição, quem tem muitos anos no Brasil às vezes se aposenta melhor usando só o tempo brasileiro. Vale simular as duas possibilidades — e conferir se o seu extrato está completo. Veja trabalhei no exterior e qual regra se aplica a mim.

A ExataPrev é uma empresa privada, sem vínculo com o INSS ou com o governo federal. Fazemos análise técnica do extrato que você mesmo baixa no Meu INSS. Não somos escritório de advocacia e não atuamos em processo: caso judicial, tempo especial e tempo rural contestado pedem um advogado.